sexta-feira, 6 de julho de 2012

MARIA- O mar um olhar um amor,Texto - O artista mais outros textos

TEXTO- MARIA

    • MARIA TEU LINDO NOME,MARIA OFENDIDA DESPREZADA, MAROTA   MARMOTA,MARIA MADURA, MARIA SINGELA, SELVAGEM, AQUELA MARIA, SEMPRE SEMPRE MARIA, A  BELA, MARIA AMADA, SEM AMAR,A MARIA BATIDA, DE CORPO ALMA APALPADA ABUSADA ESFARFALHADA,F.....  A MARIA MAROTA MARMOTA, A MARIA FILHA ENTEADA,  TIA,  IRMÃ, CUNHADA,  MÃE,  ESFORÇADA ABUSADA, SEMPRE MARIA A MARIA DIGNA,ESFORÇADA,ESCRAVIZADA, MENINA MOÇA CACHOPA,  VAI A HORTA,Á FONTE, CAVA COM A ENCHA-DA,  INCHADA, PERCORRE AS RUAS DE NINGUÉM,ESCORRE O SUOR O SANGUE  AS SEMENTES BARRIGA  CHEIA QUATRO VEZES, DO SUOR  DA TERRA DOS PORES DA RAZÃO, DA FONTE SECA PRENHA PRENDADA PÉS NUS DESCALÇA CAVANDO COM A ENCHA DA,DA VIDA, DA TERRA BATIDA NUA TERRA DE NINGUÉM,  ESFORÇADA  ABUSADA MARIA, TRABALHADORA A MARIA PRENDA APANHADA UMA DUAS TRÊS  QUATRO VEZES,TRABALHANDO SE ESFORÇANDO SE INDIGNANDO O SUOR SUFOCADO, TRABALHANDO NÃO GANHANDO NO SEU SUOR  O PÃO, O ALIMENTO DOS SEUS FILHOS, MARIA NÃO QUERIA FORÇAVAM A FAZER,  AMAR SEM AMAR SEM GOZAR FAZER AMOR SEM SENTIR O PRAZER DO AMOR, FICAR GRÁVIDA NÃO DESMANCHAR NÃO ,MATAR, A MARIA MAL AMADA MALTRATADA  BATIDA, MARIA SATISFEZ A MARIA BATIDA  MARIA ABUSADA,  MARIA PRENHA SATISFAZENDO NÃO AMANDO NÃO GOZANDO, O SUOR DO PRAZER, ABANDONADA DORMINDO NUM RECANTO UM VAU DE ESCADAS COM SEUS FILHOS, SEM LAR, A MARIA DIGNA TRABALHADORA  ESFORÇADA, FOI  MÃE  FOI PAI,  NÃO DORMIU SE CANSOU  MULHER MÃE  DIGNA A ´POPRIA RAZÃO A MARIA CANSADA VIVEU ,SEMPRE A MARIA A INJUSTIÇADA     A MARIA LIVRE TRABALHADORA NÃO AMADA VIVEU CRIANDO SEUS FILHOS,A LUTADORA MARIA DIGNA CRIOU SEUS QUATRO FILHOS A LUTADORA,A MARIA UMA GRANDE MULHER,SE LIBERTANDO DAS SUAS POPRIAS AMARRAS A LUTADORA, CAMARADA DISTANTE,PERCORRENDO OS ESPAÇOS DAS  ESTRADAS DA VIDA,SEM SENTIR O PRAZER DO AMOR DA LIBERDADE,SEM PRAZER VIOLADA ACORRENTADA SEM A LIBERDADE DA SUA DEFINIÇÃO, VIVEU,A MARIA LUTADORA SE DEFENINDO CRIANDO SEUS FILHOS QUE TANTO AMOU,ABUSADA PRENHA PARIU DESPROTEGIDA,NÃO SE SATISFAZENDO OPRIMIDA ABANDONADA AO FRIO AO CALOR DORMINDO NUM VAU DE ESCADA, AGARRADA AOS QUATRO FILHOS SEM FORÇA CANSADA  DIGNA MÃE ESCRAVIZADA TRABALHANDO POR UNS MÍSEROS TOSTÕES VAI Ã FONTE DAS  ERVAS DA ÁGUA SECA,       M A R I A   O POETA ESCREVE COM A  FORÇA DA JUSTIÇA, PERCORRENDO FONTES DE RIOS SECOS, SE DEFININDO A POPRIA RAZÃO,  PROCURANDO A JUSTIÇA, A DIGNIDADE HUMANA, NAVEGANDO NAS ESTRADAS DOS SENTIDOS, O POETA SE DEFINE NA LÓGICA DA POPRIA VERDADE, DO SER NO COLECTIVO DA SOCIEDADE,  NO RESPEITO DA HUMANIDADE DA PLANETA, AO AQUECIMENTO GLOBAL RECONSIDERAR O INDIVIDUALISMO O AQUECIMENTO GLOBAL RECONSIDERAR UMA SOCIEDADE OBJECTIVA DE IGUALDADES O SER HUMANO NASCE LIVRE DE DIREITOS DEVERES Carlos
Texto- O mar, um olhar, um amor. o sentimento o romantismo a liberdade

  Um mar de pétalas, uma montanha num oceano, de flores de vagas, um oceano, um rio de margens sem fim.  A distancia no silencio das vagas, o grito forte da razão, da justiça, o grito do grito, o grito da liberdade, no infinito do desconhecido, do perfume do teu corpo, um beijo distante,nos lábios doce do meu amor. Sentir a distancia do reconhecer no profundo abraço, do consentir a liberdade, da lógica do próprio tempo.Na distancia o amor, meu amor.Sou um vagabundo perdido, um romântico apaixonado, esquecido da liberdade da justiça, meu amor.Sentir o calor d,s teus lábios. o néctar do teu corpo. sentir a liberdade, nos sufoca.Sentir o humano novo.
  Indeferindo-se indeferindo do sentimento da lógica a liberdade dos nossos corpos. Sentir teus lábios teu calor do teu corpo, teus seios, teus olhos nus, nos meus no silencio do desconhecido, te reconhecer meu amor.no calor dos seios dos nossos sentidos, num beijo profundo, do suor das lágrimas da tua boca.
  Sentir teus lábios sentir teu corpo nas emossoes do teu olhar. Sentir o calor dos teus olhos, dos teus lábios doce, sentir o desejo do teu centro,num sentimento, os dois um dentro do outro. Amando a verdade a justiça,do consentir a lógica do sentimento do tempo, um caminho uma estrada da própria liberdade, na liberdade do teu corpo, sentir o fresco, a humidade dos teus olhos, sentir o amor dos  beijos das teus lábios. Beijar teus olhos doce, meu amor. Sou um romântico do tempo, sou a fúria do vento,. a fúria de viver, a justiça do amor da amizade, a Humanidade. Sou um vagabundo. Perdido do tempo, um louco da loucura, do tempo do amor. O aquecimento global. Meu amor te quero amar loucamente. Meu amor deixa-me sentir o néctar das lágrimas do desejo do teu corpo, meu amor, meu amor. Carlos

  Texto- O artista
 O artista aquele alguém no escuro determinará, iluminará a força da verdade na vontade, nas matilhas dos lobos conseguirá emancipar o fresco da bondade da ferocidade animal. O artista nas lágrimas sensibiliza os sentidos no cântico da lírica aproximada das pessoas aos poetas-construindo castelos de amor. forjando a justiça. Nas palavras talha pérolas de inspiração, nos sentidos fontes inerente a água pura límpida.
O artista será aquele nas lágrimas sensibiliza regando os campos da ceara da inspiração da ceara da vida choram as lágrimas choram as virtudes dos caminhos talhando as estradas da justiça.
No cântico cantando lutando as palavras do consentir construindo sentidos, O artista canta chora ri a adversidade dos miseráveis, desperto ausente presente. o artista sensibiliza os sentidos por a força da razão, constrói caminhos sensível, nas  nascentes das fontes pintando a verdade. Nas palavras de inspiração desenha os sentidos da liberdade, construindo o pão determina a auria da sensibilidade, um artista é o todo, muitos são aparências. O artista é a sua própria configuração
Carlos

 

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