sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A crise x A sociedade a planeta o futuro

A crise a ganancia, o individualismo, a mediocridade urge a crise,dos valores sociais humanos, o mental a consciência, o crime o individualismo,o genocídio universal, a indecência,a crise,  de valores,  do esforço não valorizado,a crise de decadência mediocridade de consciência, do mental. O desenvolvimento a caridade, uma falsa questão, a crise da fortuna, do excesso reproduzindo a miséria, o infortunoso á infelicidade dos povos.

texto- a sociedade a planeta a humanidade o futuro
   Podemos gritar, cantar recitar, a força do vento, na força do futuro á força da liberdade humana, a poesia, o vomito da razão, da justiça desta sociedade ingrata injusta desleal. Gritar ao vento no grito das entranhas da liberdade, a memória, vendaval  força do vento,ás entranhas do futuro. Podemos chorar lágrimas do vento, do tempo,lágrimas do ridículo, as árvores secam, as florestas ardem, nas cinzas da morte,os arbustos, as florestas se escondem, numa ria sem água própria, Sem água defenida defendida, indeferida, um rio sujo desaguando ao oceano poluindo o oceano, os detergentes, e outras merdas mais,uma cascata indefinida, no grito da liberdade, o ser humano, vivo meio morto vivo,bebendo a água que não existe, no bidom podre sujo, pelos braços da mãe, esta desgraça universal, outro esqueleto, esqueletos prefabricados,uma infime mínima sociedade de privilégio Planetário, o privilegio, vivendo as intenções  estrutura  memória, o genocídio premeditado, os aflitos provocam as ondas do mar,os tiranos, nascem no podre do poder, de papel, nas ditaduras,se aproximando na esquina do poder,os ricos comem o caviar do sangue da matéria, a miséria da escravatura humana, o mental. a consciência. Os ricos mais ricos, os pobres mais pobres. E você criatura distinta, o que fez á mudança de sociedade, a sociedade diferente na defesa do futuro da humanidade, da Planeta,ajudando a caridade, a injustiça, a justiça uma força da razão, á popria razão a justiça,  uma sociedade mediocre de miséria fome escravatura, sociedade enológica, os poderes alteram mudanças politicas reorganizando  miséria.o crime constitucional reorganizado na casa do povo assembleia do povo dito republica democrático, que democracia esta, de poderes impróprios  castas elites, democratas privilégios, a politica organizando a escravatura, o senso do consenso, o mental a consciência á inconsciência do século 21.e tu  que fizeste, conviveste com a caridade, gratinaste, um pouco os restos os sobejos do caviar dos ricos,deste pais de desconhecidos repartidos nos quatro cantos da planeta, netos não entendem os avós. que força esta, que grito este, sufocado por imagem, pintura tela de cetim,de papel,poder de papel no poder ter poder,a fortalecer a indecensia a escravatura humana. O humano a humanidade não vive livre independente, livre de justiça de direitos deveres, e tu quais são teus direitos,teus deveres,comeres o caviar das peles rugas, ossos esqueletos, do humano, teu luxo teu crime este genocídio, comeste a miséria a escravatura da miséria, bebeste o sangue da indeferença do individualismo, teu poder, folha de papel, a sociedade de privilégios, os débeis frágeis, a miséria a escravatura, trabalhaste na miragem do tempo, outros mãos sofridas corpo suado franzido rugas do tempo, mãos calejadas, por um naco de pão, comeste as rugas do suor do sangue das raízes da terra, do tempo do frio da fome, bebeste o suor da miséria. o sangue da escravatura, a decadência a desgraça os direitos. Os deveres aos mais débeis, limpar cavar semear,podar, pescar, arrecadar limpar lixo,construir casas de luxo aos ricos, construíram a sociedade desfasada ingénua débil, limpar jardins piscinas. Outros a corrupção, o mental a consciência medíocre, construir os privilégios desgraçando a memoria cultural da paisagem protegidas, de sites de privilegio histórico de Protecção,  vestigios de espécies salgados e outros, construiu-se em cima de falésias dunas sem alinhamento, destruindo a memória a civilização a destruição das arribas falésias do litoral, ver o mar, ver o partir da chegada das ondas, se desfazendo em pedaços de bocados partidas as rochas, construíram estradas, e tu ele aquele teu amigo amiga vive do sangue da injustiça. A morte de Catarina Ofélia assassinada, por uns miseres tostões. Pensaste reflectiste o individualismo o privilégio, O aquecimento global, á inconsciência a subida do oceano, os ventos ciclones terramotes marmotas, margens de rios distantes, as chuvas os ventos, a água a mais á agua a menos, o desequilíbrio aos mais de 4000000 milhões barril de petróleo diário, outras matérias retiradas nas entranhes da terra, do oceano. breve no espaço.A poluição.desmantelarão a estrutura planetária. As alternativas, a planeta seu peso a poluição, a miséria a fome a escravatura continua. A sociedade refutar o ter, á iniciação do ser, o colectivo. A sociedade, será sociedade colectiva, ou não será sociedade colectiva.Repensar a sociedade a planeta, o futuro a humanidade, os direitos os deveres. no equilibrio do todo,o futuro Planetário a Humanidade, respeitar as essências da vida, respeitar a Humanidade. Respeitar a Planeta. A planeta é o todo, não é pertence individual, A planeta é o constituinte do futuro, o ser, o colectivo no equilíbrio positivo planetario a humanidade.Palavras de Rui Fernandes, sim a luta não foi de férias, é porque a dignidade humana, o não foi, a luta dos trabalhadores se desenvolvem ás classes social.
Retorquir a liberdade humana, no consenso da transformação, a sociedade  justa,  se transformará na luta de classes, os povos cresciam na consciência social, se dirigindo ao socialismo ao comunismo, ao colectivo da sociedade, na defesa das liberdades colectivas, na estimativa expectativa especifica na defesa das classes social humanas, a planeta a humanidade, as expectativas ás prospectivas de lógica ás ciências humanas,simplesmente o colectivo o comunismo o socialismo humano, as classes social no respeito do todo, as liberdades colectivas carlos

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