Texto- o massacre do mental a consciência + Texto a montanha
A criatividade das humanidades o sentimento, o grito da saudade, o grito da liberdade, o ser humano se libertando do pensamento livre, reagindo ás adversidades imprópria, a sociedade, a saudade a liberdade, se libertando dos dogmas, viajar na essência no renascimento da luz,do renascimento dos sentidos, a consequência, a consciência o mental,
Procriando a força dos sentimentos do mental. A sociedade ser a sociedade colectiva. o individualismo origina a decadência da Planeta, declina a responsabilidade humana, ao aquecimento global, o individualismo, dirige escraviza a Humanidade, redobrando pelo ter, a decadência, o ser a expressão humana dos equilíbrios, o sere humano não valorizar as essencas de lógica o desacreditar a decadência, ser o futuro comprometido, com o individualismo,a saudade da liberdade, viajar o mental a consciência colectiva. Viajar numa montanha virgem, de orvalho, numa montanha da liberdade, se libertando do calor ao frio,ao coração, ao pensamento viajar a túnica da saudade, a liberdade humana, o colectivo. Olhar um corpo esbelto estabelecido, por a criatividade a montanha virgem do corpo da vida, ao corpo se libertando, esta força de sentidos, flores pétalas do renascimento do ispirito novo, da procriação o mental, a consciência humana o colectivo. Corpo repartido á liberdade. Reviver os sentidos da partida, viajar nas pontas soltas voando nas asas livres, da terra mãe, viajar a decadência o colectivo, remar num barco, sem destino sem futuro, viajar num corpo, um barco de velas soltas brancas distante. Sentir o perfume dos olivais, sentir essência das águas livres turvas, o azeite verde virgem puro da cor do amor, original, reviver os sentidos da partida, perfume néctar da liberdade de um corpo distante. Sentir o perfume dos olivais selvagem,do perfume essência do corpo da terra, sangue da vida,no debruar as pétalas livres.A liberdade humana, olhar os olhos tristes,olhos de agua meigos, olhos de lágrimas, de fontes secas,dos lagos rios lagos ribeiros nora poços, oceano poluído, a morte da planeta da humanidade.Olhar o olhar livre, olhar o pensar, do ser humano, reflectir a criatividade humana, viajar nas asas do tempo, nas asas da vida, se define uma bandeira indefenida triste. Fonte de lágrimas, queda de aguas livres. Viajar a liberdade do esforço do labor da humanidade, a justiça o pão o suor o sangue do esforço, distribuindo por a humanidade,o ser humano nasceu livre em direitos deveres, viajar nos sentidos da justiça da vida.Viajar a vida do poeta de mãos partidas,guitarra silenciada, voz assassinado,corpo crivado de balas,vive a vida do poeta o poeta assassinado não morre, a poesia vive a liberdade, a esperança da vida, venera a esperança liberta a liberdade,vive a vida se liberta,vive a vida vivendo o poeta a liberdade humana, o poeta de mãos partidas, o poeta vive a poesia do poeta livre, viver a vida vivendo a liberdade vivida, a liberdade das palavras. A politica um jogo de segredos, á politica desfasada de interesses regalias, o pais é o todo, os ricos os peões da preparação da escravatura á miséria da humanidade, frágil as consequências a guerra, a decadência da humanidade. O rico mais rico, o pobre mais pobre, a imoralidade do genocidio premeditado, a recriação da miséria escravatura, motivado ao individualismo, os ricos peões da escravatura a humanidade, o rico mais rico,o pobre mais pobre, a imoralidade do genocídio premeditado,os ricos fogem da guerra promovendo-a, comem o caviar do sangue, corpos mirrados, a miséria corpos crivados de balas,do sentido o sofrimento.do perfurar das balas, a sangria a morte da planeta da humanidade.origina dos privilégios dos ricos. O poeta de mãos partidas vive a tranquilidade, o poeta de mãos partidas por a coronha da arma inimiga assassinado. O poeta de mãos partidas lutou cantou a liberdade, assumiu na integra sua integridade condição de poeta.O poeta de mãos partidas. Os pobres vivem as consequências da pressuposição as humanidades da agressividade planetária humana individualista, a consequência o massacre o genocídio a exposição de mortos vivos,as sociedades de elites,de privilégios desumanos. A poesia um grito livre da verdade. O poeta a poesia as palavras ficam não morrem crescem, vivem a força da razão. Revive nas raízes profundas da força da liberdade do pensamento, á razão planetária humana.. O poeta não vive demagogias, o poeta vive utopias na verdade do amanham, sonhando ás liberdades humanas, determinar acabar a miséria a escravatura,Viajar nos sentidos da força da vida, da força da razão humana. Viajar nos sentidos da vida, nas asas da memoria a própria liberdade, o sentido da vida.o pensamento livre. O poeta vive a saudade das lágrimas da terra mãe distante, as lágrimas do sorriso da saudade. Das lágrimas da terra. Esta terra a planeta não nos pertence nesta passagem a desqualificamos. Terra mãe a humanidade. A escrita abertura capacidade carácter, força rejeição determinação sentido união colectivo.As palavras se define á liberdade humana.forjando rios de lógica de sentidos ao oceano limpo, despoluído. O dever próprio de consciência mente, de quem se libertou do consenso enológico da sociedade contemporania.Se encontrando livre determinando. A planeta uma bola de fogo em perigo no avanço mental consciência. O dever obrigatório do esclarecimento, no dever a razão pertence a Planeta . A humanidade ao futuro. O poeta cai lágrimas da razão, sofre a indeterminação, escreve as essências a força dos sentidos da liberdade á liberdade dos equilíbrios. A utopia a verdade, a força da verdade do amanham carlos
Texto- A montanha
Montanha lírio pétalas vales floridos, essência da terra de pedra, planície verdejante,frutos de fome, desperdício escravatura silenciada,ceara do suor, mãos calejadas, rugas do tempo antes do tempo.Corpos suados curvados destrocidos do esforço do cansaço, a sociedade amarga insuficiente de lógica.Silencio do medo bocas bocados pedaços de silêncios, pedra ferro bronze montanhas vales luzirias montes cearas espigas flores, árvores folhas frutos, ervas fontes secas,O individualismo da sociedade ,no gerir o desperdício da tocha apagada.Uma árvore a vida uma floresta parte da vida no total das florestas a planeta.Sem existência de fronteiras a poluição voando nos alicerces da planeta. A sociedade sem saber onde vai. onde há de ir no individualismo do ter,não inconstitucionalidade a força do ser, na planice de horizontes dispersos. renasce a esperança da saudade da popria vida . Carlos
Suicídio coletivo. poeta aquele aquela se libertando, se alimentando no sofrimento por a verdade liberdade respeito justiça igualdade.
ResponderEliminarAquele aquela que morre por a verdade de consciência livre.
Aquele em que vive a moralidade no respeito do povo dos trabalhadores, do protaraliado de consciência humana.
Aquele aquela que vive no sentimento, a justiça igualdade liberdade,
Não se compra não se vende exercemos nossa função livremente. O poeta das paginas das palavras livres escreve em liberdade. A função do existir do ser, A força exercida, a sua capacidade por a liberdade igualdade justiça. O poeta morre e vive das palavras, convocando as palavras na liberdade do poeta, na liberdade das palavras, o ser se constrói, com a força da razão, com a igualdade liberdade no seu todo, determinado a miséria a fome o genocídio o caus da humanidade do planeta. Sois somos a parte da responsabilidade. Carlos
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Suicídio coletivo n2 Nos demitimos das paginas da vida, Á nossa própria sombra, á nossa felicidade, nos resignamos á nossa própria miséria fomentando nos alimentando da merda dos desígnios dos sobejos do fracasso da injustiça dos outros.do ultraje da inconsciência Estou euro fónico confuso cansado destes ignorantes sugas, grandes filhos da puta, em que rejeitam a felicidade dos povos, vendendo a monte a sua definição de liberdade, ao seu privilégio próprio.
ResponderEliminarSão cangalhos cangalheiros parasitas de imoralidade, da morte, desastrosa disfarçados do caus da miséria da humanidade, de falsários detentores do poder manipulador da politica mentirosos dos resignados ás cantinas dos pobres da fome, me sinto cansado confuso com a luz que ilumina o seu todo,
Camaradas a definição da nossa responsabilidade, o protaleriado o povo os trabalhadores a injustiça se encontra á nossa porta comendo os restos nas cantinas da fome da caridade os sem abrigo.
É esta a sociedade pretendida dos que nos governam, nos escravizam, pretendem a injustiça de caridade á igualdade.
Camaradas vivemos o retrocesso da civilização.
O sentido do existir da vida, do suor invertido dos povos.
A liberdade o equitativo da sua essência.
Estou cansado do retrocesso da civilização, dos parasitas da mentira da inconsciência , me sinto cansado do falsário do desenvolvimento da mentira da inconsciência politica.
O humano digno livre, vive livremente, não tem data prévio para com a morte, quando morre, morre em pé. lutando.
Estou cansado do ultraje da inconsciência
Em nome da fome do caus do colapso do cansaço do escândalo da escravatura da exploração da corrupção do genocídio. Seguimos artérias de destroços de desigualdade. um morto a outro morto, quando morrem de novo, ficam aliviados libertos.
ResponderEliminarSomos vivos mortos, com o sentido do existir permitindo a riqueza á pobreza a desigualdade, o sentido o seguir em frente nos libertando.
A injustiça a incógnita da própria justiça, o pensamento nos liberta.
Estou cansado da fome, do flagelo do fracasso da fatalidade da infelicidade da injustiça, da inferiu dade da humanidade.
A estrada sem caminho num caminho prévio o cansaço da exploração da meta dos povos, os o choros a exploração os outros se alimentarem do suor dos trabalhadores, os paraísos fiscais a inconsciência. Somos a escravatura da moral, da inconsciência de irresponsabilidade. Camaradas.
A fome o flagelo da humanidade. A consequência a ganancia o individualismo, A ignorância a memória da própria imoralidade inconsciente de afetos intelectual.
A guerra a desintegra dação da fragilidade humana de intenção. ao monopólio ao poder económico militar politico, ao abuso do poder, a degradação humana, o fracasso imoral da humanidade camaradas. A capacidade do reconhecer a comparação politica coletiva. O desastre de privilégios estatuto do próprio estatuto , o poder o genocídio a fome a morte o poder inconsciente, prefácio pefabricado por a força individual motivado por o choros.
A miséria uma estrada sem limites, sem fim regras, dos que exploram os povos, a matéria do aproximar da desigualdade. A degradação da sociedade humana. Camaradas eles não entendem, somos o livro das folhas livres. Nos encontramos libertos, escrever o livro das páginas secas mortas.
Suicídio coletivo...continua.
ResponderEliminarA inconsciência a incompetência a incompreensão das matérias falsários detetores do poder artificial, O governar exercer a capacidade de análise, do uso ferir a igualdade do esforço do suor dos povos. Os escravizando o construir o contrario impor é imoral crime. A responsabilidade advém da vossa politica individual. Somos artérias de sanguinários de destroços humanos. Somos a incompetência da civilização. A incerteza da iniciativa. Somos camaradas o coletivo rumo á igualdade.
Nos julgamos e somos insignificantes, uma passagem destruindo o futuro. O individualismo o aquecimento global, assombra a nossa capacidade de existência.
A psicologia de análise, somos o estandarte do recomeço, o retrocesso, O construir imoral o crime da humanidade.
O poder individual, de teoriza a força da razão, invocando a responsabilidade, á destruição a degradação da sociedade, o equilíbrio do próprio equilíbrio. A inconsciência devora a moral destruindo o planeta a humanidade- O kideal a razão do equitativo, o existir a abertura intelectual. Meus senhores presidentes variadores deputados, a politica não o é fazer volume bancário amizades influencias interesses corrupção comprados em paraísos fiscais. É o existir existindo por essência do mérito próprio, por a razão. a justiça igualdade respeito, responsabilidade dos povos- O poder é efémero-é o ligar de consciência verdade unidade. Não é uns a manteiga, os outros o papel, da manteiga recolhido ao lixo.
O desastre exige mudança, igualdade. o desequilíbrio a destruição. Cada um fará a sua literatura própria. ver alto alem, é estar construindo consciente em consciência a sociedade de equilíbrio igualdade.
Somos a Pátria a matéria de minoria de ricos, com a maioria de pedintes, inverter responsabilizar. a responsabilidade Carlos